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segunda-feira, 5 de janeiro de 2009

Feliz ano novo!


Dezembro foi um mês de muita ação e reflexão para a Kelli e para mim. Os resultados devem começar a surgir agora, em janeiro, mas vamos precisar de uns bons três meses para implantar uma parte significativa das nossas novas idéias.

  • Blogue. O blogue começou como uma brincadeira divertida, mas precisa ser levado mais a sério. A cada dia, mais de 300 pessoas vêm até aqui e a responsabilidade pesa. E fazer um blogue como se deve demanda tempo e você nem imagina quanto estudo. A gente consegue criar um blogue em cinco minutos, mas, a cada dia que passa, mais vê que está faltando muita coisa.

    A Kelli participa cada vez mais ativamente do blogue e, embora eu ainda seja o redator principal, de tanto que conversamos e discutimos (haja Skype) e que ela remexe nos textos nem eu mais sei o que é o quê. Entretanto, para pôr um pouco de ordem no caos, as intervenções digamos mais pessoais dela vêm indicadas por um [Kelli], assim entre colchetes. É até possível que apareçam uns [Danilo] para identificar algo de muito particular meu. Sabe-se lá.

    As novidades vão começar a aparecer na semana que vem. Mas as novidades no blogue são só o começo.

  • Livros eletrônicos. Agora temos o Publivox, que publica livros eletrônicos, ou e-books, caso você prefira o termo em inglês. O primeiro é esta apostila para o Wordfast. O segundo, sai depois do dia dez, quando acabarem as férias coletivas do pessoal lá da Aulavox — a ver se você gosta.

    Outros estão na fila. Vai ter um pouco de tudo e — disso você não vai gostar — alguns serão pagos. Esperamos conseguir oferecer produtos cuja utilidade compense o preço. Uma característica dos livros pagos é que as atualizações serão gratuitas.

  • Oficina de tradução. As Oficinas de Técnicas e Procedimentos de Tradução vão voltar em formato totalmente diferente e desse, tenho certeza, você você vai gostar. Estamos transformado o material em um curso que você vai poder moldar a seu gosto, seguindo o caminho que quer e que vai se apoiar, fundamentalmente, em comentários sobre as as traduções que você fizer.

  • Cursos a distância. Os cursos via Aulavox continuam. Além da tradicional introdução ao Wordfast, pretendemos ter cursos mais avançados, sobre uso de glossários, caixa de Pandora, essas coisas. Não falta o que ensinar. Por enquanto, os cursos vão ser exclusivamente sobre o "Wordfast Classic" (versão 5.x), porque o 6.0, apesar de ser o "professional" ainda está muito cru.

Mas não é só isso, não. Tem mais.

Redigido por Danilo, com as habituais sugestões, revisões, palpitações e puxões de orelhas da Kelli.

sábado, 22 de novembro de 2008

Trados TWB e Wordfast Classic em arquivos complicados

A graça de trabalhar com o Trados TWB (normal e erroneamente chamado "Trados") ou com o Wordfast Classic (todas as versões do programa até a 5, inclusive) é que a gente trabalha dentro do MSWord, por assim dizer. É um conforto, especialmente para quem tem algum receio de computador.


Quando o arquivo a traduzir já está em formato MSWord e não tem formatação muito complicada, de fato é uma maravilha, mas quando o arquivo está em outros formatos ou é dos complicados, cheios de cinco mil tabelas com tamanhos de célula fixos, que impedem a leitura do que se escreveu na célula de tradução, a tarefa pode se tornar impossível. Essa é uma das razões por que a Trados vai tirar o TWB do campo e o Wordfast 6 está saindo com uma nova interface.


Existem duas saídas para esse problema. A primeira funciona na maioria das vezes, a segunda funciona quase sempre.


Para começar, traduza uma cópia do arquivo usando o Trados TWB ou o WF5 normalmente. Quando chegar a uma tabela daquelas endiabradas, simplesmente use o comando do MSWord Tabela > Converter > Tabela em texto e traduza. A formatação vai ficar um horror, mas não se preocupe. Ao terminar, revise e deixe o texto tinindo de bom.


Crie uma nova memória. Limpe o texto contra essa nova memória. Assim, você fica com uma memória que só tem o material para aquele arquivo.


Faça mais uma cópia do original. Se você usar o pre-translate do Trados TWB ou o Auto translate do WF, ou se, simplesmente for apertando as teclas de tradução normais (Alt Setabaixo para o WF, Alt + para o TWB Workbench), a tradução na maioria das vezes sai perfeita.


Quando é que não sai? Algumas tabelas são tão complicadas e, muitas vezes, tão mal feitas, que, na hora do processamento, o Word engasga. Às vezes, com um pouco de prática a gente consegue desengasgar o programa, mas há momentos em que nada funciona. Então é passar para o plano B, que é usar o Trados TagEditor, ou o Wordfast 6, que encaram o que houver, sem maiores problemas. Então porque eu disse quase sempre? Porque se o arquivo MSWord estiver bichado, até o WF6 ou o TE podem travar. Nesse caso, é preciso ver onde ocorre a trava e reformatar. Mas isso é raríssimo, uma vez em um milhão.


Antes que me esqueça, esta nota não foi revista pela Kelli, que está em licença terpsicórica até segunda-feira.


O blogue ainda está na muda, mas vai acontecer muita coisa interessante, da semana que vem em diante. Espero que você goste.