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segunda-feira, 28 de dezembro de 2009

TPIC no RS - Capítulo 2

Por gentileza do nosso colega Guilheme da Silva Braga, nosso correspondente eventual para o extremo sul e circunjacências, tenho o prazer de informar que uma turminha lá do RS entrou em contato com o Ouvidor da JUCERGS para pedir uma correção do edital do concurso. E não é que corrigiram rapidinho!? Não, desculpe, gaúcho não faz nada rapidinho: lá as coisas saem ligeirinho. O edital corrigido está aqui.

Além de agradecer ao Guilherme pela cortesia de me dar o aviso, é hora de aplaudir a JUCERGS, que fez as coisas civilizadamente. Se todos fossem assim, este seria um mundo melhor.

Pretendemos, Kelli e eu, ir a Porto Alegre em março, para o tal do congresso da ABRATES. Quem sabe, vamos ter a possibilidade de cumprimentar os aprovados.

5 comentários:

Anônimo disse...

A parte da proficiência e formação no idioma ainda está um pouco obscura, na minha opinião.
Se não modificarem o edital também nessa parte, vão ter que aceitar qualquer coisa?

Roseli

Danilo Nogueira disse...

Quem sabe você escreve um comentário mais detalhado. Acho que até sei no que você está pensando. Mas gosto de ver a turma participando.

Anônimo disse...

Sim, estou devendo dois comentários mais longos. Infelizmente, tenho prazos acadêmicos no meu calcanhar.
"Ficus devendus" e assim que der, escrevo.

Roseli

Danilo Nogueira disse...

E eu fico cobrando. Assim é a vida.

puigllum disse...

Caro Danilo:

O curioso dessa exigência de diploma de proficiência no idioma escolhido é que nem em todas as línguas do concurso é possível ter isso. Nas línguas mais 'comuns', como espanhol, inglês e até francês, até há a possibilidade de obter um diploma de universidade estrangeira, à distância. Mas e em japonês e chinês? Existirá diploma de proficiência em italiano?

Então, sem esse tipo de pré-requisito, já há uma certa escassez de candidatos nessas línguas não tão 'comuns', exigindo-se diploma de graduação ou proficiência, a situação fica mais complicada ainda.

Noutras palavras: o conhecimento do linguajar utilizado em todos aqueles documentos é já um meio de afunilar os candidatos, os quais, por seus próprios meios, poderiam distinguir se vale a pena aventurar-se nesse tipo de concurso, sem que seja uma exigência formal a apresentação dum comprovante dessa natureza.

Saudações,
Isac Nunes